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Verbo Encarnado, Amor Personificado

Deus viu a humanidade em seu estado de pecado,

Eternamente em miséria e condenado,

Embora o homem se rebelasse contra Deus,

Soberanamente por amor, Ele resgataria os Seus.

===//===

E pelo fato de tanto tê-los amado,

O Verbo que se fez carne foi espancado, zombado, torturado,

Humilhado, ignorado, rejeitado, açoitado,

E sem abrir a boca, ainda por amor, morreu crucificado.

===//===

Seria ele então na morte abandonado?

De modo algum seu plano redentor havia sido frustrado,

Pois ao terceiro dia, ele foi ressuscitado!

===//===

Quem confia nisso será, inocentado,

Porque o resgate por sua vida certamente já foi pago,

===//===

E então daremos graças por Ele ter nos resgatado,

E por Ele viveremos, estando sempre ao Seu lado!

 

Porque é tão difícil confiar naquele que morreu em seu lugar?

Alguém que você conhece morreria por você, HOJE, como Jesus morreu?



O Tormento Eterno não existe!
O Tormento Eterno não existe!

Olá caro leitor!

Vamos refutar aqui a idéia de que o "tormento" ou o "castigo" não será eterno em "duração", mas sim em "consequência". Este artigo se encontra aqui, e foi escrito pelo nosso amigo Lucas Banzoli.

Vejamos o texto de Mateus 25.46:

"E iräo estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna."

Dizem os adventistas acerca do tormento, ou castigo, eterno:

"A palavra kolasin empregada por Cristo em Mateus 25:46 diz respeito à punição, e não a tormento. Se Cristo tivesse a intenção de pregar o tormento eterno, Mateus poderia ter perfeitamente empregado a palavra grega basaniso, que significa tortura, dor, tormento. Se Mateus tivesse a intenção de dar a frase tal sentido, ele teria essa opção pronta, a mão, que poderia ter sido perfeitamente utilizada. Contudo, o sentido aqui mencionado é de punição, e não de tormento."

Vemos aqui que eles dizem que a palavra utilizada não implica em "tormento", mas sim em "punição". E entendendo que a punição é eterna, avaliando por vários textos das Escrituras interpretados de maneira errada, dizem que o que é eterno é a consequência causada pelo castigo e não a duração do castigo em si.

E continuam dizendo:

“De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades ao redor se entregaram a imoralidade e a relações sexuais antinaturais, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno” (cf. Jd.7).

 Aqui é nos dito de maneira clara que o fogo eterno que as cidades de Sodoma e Gomorra acabaram sofrendo é o exemplo do fogo eterno que acontecerá com os ímpios. Ora, será que o fogo que caiu nas cidades de Sodoma e Gomorra está queimando até hoje? É evidente que não, e nem poderia, já que na região atualmente localiza-se o “mar Morto”!

 O mais importante a mencionarmos aqui, é o fato de que este fogo eterno que caiu em Sodoma e Gomorra (que não está queimando até hoje) é o exemplo, a tipificação, o antítipo do fogo eterno que acontecerá com os ímpios. Ora, se o fogo eterno das cidades de Sodoma e Gomorra não está queimando até hoje, então o fogo eterno do juízo final (que é claramente indicado como o mesmo tipo de fogo eterno que caiu sobre aquelas cidades – cf. Jd.7) do mesmo modo não é eterno por queimar para sempre, mas por ter resultados que são eternos e permanentes, irreversíveis.

 Se nas regiões de Sodoma e Gomorra estivesse literalmente um fogo queimando até os dias de hoje, aí seria motivo de grande preocupação, pois o fogo eterno dos ímpios é do mesmo tipo do fogo eterno de Judas 7. Mas, novamente, como em todas as demais ocasiões em que fogo eterno que nunca se apaga é mencionado nas Sagradas Escrituras, é para mencionar a total e plena destruição que tem resultados que são permanentes e irreversíveis."

Vemos aqui que eles negam que a duração seja eterna por base nesse argumento de Judas e em outros semelhantes. A história é sempre a mesma: eterno diz respeito à consequência, e não à duração.

E para defenderem que a vida "eterna" não terá um fim assim como dizem sobre o castigo "eterno", vejamos:

"“Quando o adjetivo aionios com o sentido de ‘eterno’ é empregado no grego com substantivos de ação faz referência ao resultado da ação, não ao processo. Assim, a frase ‘castigo eterno’ é comparável a ‘eterna redenção’ e ‘salvação eterna’, ambas sentenças bíblicas. Ninguém supõe que estamos sendo redimidos ou sendo salvos para sempre [como um processo]. Fomos redimidos e salvos de uma vez por todas por Cristo, com resultados eternos. Do mesmo modo, os perdidos não estarão passando por um processo de punição para sempre, mas serão punidos uma vez por todas com resultados eternos. Por outro lado, o substantivo ‘vida’ não é um substantivo de ação, mas um que expressa uma condição. Assim, a própria vida é eterna” [Life and Immortality]"

Ora, uma ação é eterna em consequência, mas não em duração, porém um substantivo (VIDA) é eterno em duração? E fogo? O que é senão um substantivo, que segundo os próprios adventistas, não é eterno e se apaga?

Logo, isso significa que toda regra tem uma excessão, não? Judas não diz que sofreram a PENA ETERNA DO FOGO, mas a PENA DO FOGO ETERNO. Portanto, segundo os adventistas, substantivos (isso inclui a VIDA) também podem ter um fim mesmo que sejam "eternos".

Se fogo eterno, que é substantivo, se apagou...

Será que a vida "eterna", que é um substantivo, também terá um fim?

E todos os outros substantivos eternos na bíblia (poder eterno de Deus, Plano eterno de Deus; Evangelho eterno?) Também terão fim?

Agora, vejamos outra coisas que os adventistas falam...

"Antes de concluirmos essa fácil refutação, é bom também levarmos em consideração a aplicação que kolasin tinha na época de Cristo. “Kolasin” era uma palavra que tinha costume de uso para “Pena de Morte” (Punição Capital) e, portanto, no versículo citado ele se refere a morte eterna (morte, e não tormento), referindo-se a “segunda morte” (Ap.2:11; Ap.21:8). O Dicionário Internacional de Teologia do NT (pág. 313), declara nas seguintes palavras:

 “Kolasin = Castigo. Deriva-se de Kolos, ‘mutilar’, ‘cortar fora; é usado figuradamente para ‘impedir’, ‘restringir’, ‘punir’” [Dicionário Internacional de Teologia do NT]

 Como vemos, o termo “kolasin” era usado na época de Cristo, nunca para indicar um tormento sem fim, mas sim para acentuar o caráter bíblico do aniquilamento dos ímpios [morte eterna; segunda morte] que serão “mutilados”, “cortados fora” ou “despedaçados”. Essa analogia é feita para ressaltar o aspecto irreversível da destruição completa dos pecadores, mas nunca de um processo de tormento sem fim. Jesus estava acentuando o contraste entre a vida eterna dos justos e a morte eterna dos ímpios, que serão mutilados e despedaçados [figura de aniquilacionismo], cortados fora do Seu Reino."

Fácil refutação? Vejamos se até o fim deste artigo essa sua refutação sobrevive.

Ele cita Apocalipse 21.8. Vejamos esse texto:

"Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte."

João nos diz que "o lago de fogo é a segunda morte". Agora, vamos ANIQUILAR de vez essa teoria furada dos adventistas.

"E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite seräo atormentados para todo o sempre...  E aquele que näo foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo." (Ap 20.10, 15)

Lembremo-nos que a besta e o profeta, que já estavam no lago de fogo, foram lançados lá há 1000 anos (Ap 19.20) e ainda estavam vivos! Vamos recordar as palavras de Lucas Banzoli no começo desse artigo:

""A palavra kolasin empregada por Cristo em Mateus 25:46 diz respeito à punição, e não a tormento. Se Cristo tivesse a intenção de pregar o tormento eterno, Mateus poderia ter perfeitamente empregado a palavra grega basaniso, que significa tortura, dor, tormento. Se Mateus tivesse a intenção de dar a frase tal sentido, ele teria essa opção pronta, a mão, que poderia ter sido perfeitamente utilizada. Contudo, o sentido aqui mencionado é de punição, e não de tormento."

Lucas admite que a palavra que deveria ser utilizada aqui seria BASANISO para designar "tormento", e pelo fato de ele ter usado KOLASIS, é por isso que ele afirma que esse não pode ser um castigo "sem fim".

Vejamos Apocalipse 20.10, acima, no grego:

"καὶ ὁ διάβολος ὁ πλανῶν αὐτοὺς ἐβλήθη εἰς τὴν λίμνην τοῦ πυρὸς καὶ θείου ὅπου καὶ τὸ θηρίον καὶ ὁ ψευδοπροφήτης, καὶ βασανισθήσονται ἡμέρας καὶ νυκτὸς εἰς τοὺς αἰῶνας τῶν αἰώνων."

Fonte: http://biblos.com/revelation/20-10.htm

Viram a palavra destacada em verde? Basanisthésontai, que vem da raiz BASANISO conjugada, e significa "tormento".

E esse tormento será "de dia e de noite PARA TODO O SEMPRE", inclusive para os que não tiveram seus nomes incritos no livro da vida, conforme Ap 20.15.

Se isso não significa DURAÇÃO DE TEMPO em vez de CONSEQUÊNCIAS, eu não sei mais o que significa PARA TODO O SEMPRE.

Alguém aí sabe?

É meu caro amigo Lucas Banzoli. Não foi dessa vez que você conseguiu livrar os perdidos do TORMENTO ETERNO.

E você?

Consegue pelo menos livrar a si mesmo ensinando tantas heresias assim?