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Verbo Encarnado, Amor Personificado

Deus viu a humanidade em seu estado de pecado,

Eternamente em miséria e condenado,

Embora o homem se rebelasse contra Deus,

Soberanamente por amor, Ele resgataria os Seus.

===//===

E pelo fato de tanto tê-los amado,

O Verbo que se fez carne foi espancado, zombado, torturado,

Humilhado, ignorado, rejeitado, açoitado,

E sem abrir a boca, ainda por amor, morreu crucificado.

===//===

Seria ele então na morte abandonado?

De modo algum seu plano redentor havia sido frustrado,

Pois ao terceiro dia, ele foi ressuscitado!

===//===

Quem confia nisso será, inocentado,

Porque o resgate por sua vida certamente já foi pago,

===//===

E então daremos graças por Ele ter nos resgatado,

E por Ele viveremos, estando sempre ao Seu lado!

 

Porque é tão difícil confiar naquele que morreu em seu lugar?

Alguém que você conhece morreria por você, HOJE, como Jesus morreu?



Oração - A ICR deturpa o texto original do NT
Oração - A ICR deturpa o texto original do NT

Olá caro leitor!

No presente artigo mostrarei a vocês como a ICR deturpou um dos versículos bíblicos para que sua prática não fosse condenada pela própria Palavra de Deus.

O versículo em questão é Mateus 6.7, que não Nova Versão Internacional (NVI), é lido assim:

"E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos."

E na Versão Almeida Revista e Atualizada (ARA), é lido dessa forma:

"E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos."

Vejamos agora como as bíblicas católicas traduzem esse mesmo versículo.

"Quando vocês rezarem, não usem muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por causa do seu palavreado." (Mateus 6.7 - CNBB)

"Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras." (Mateus 6.7 - Ave Maria)

"Quando rezardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por causa do seu palavreado." (Mateus 6.7 - Bíblia Sagrada Católica)

Quanta diferença não? Vamos fazer uma compração:

Versão O que diz?


NVI Não fiquem sempre repetindo a mesma coisa
ARA Não useis de vãs repetições


CNBB Não usem muitas palavras
AVE MARIA Não multipliqueis as palavras
BÍBLIA SAGRADA CATÓLICA Não useis muitas palavras

E então? Como resolver essa dúvida?

As versões protestantes ARA e NVI concordam entre si, porém discordam das versões católicas (Ave Maria, CNBB e BÍBLIA SAGRADA CATÓLICA), que por sua vez, concordam entre si.

O que Mateus quis de fato dizer? Vãs repetições/repetir a mesma coisa? Ou usar muitas palavras/multiplicar palavras??

Se optarmos pelas traduções protestantes, os católicos estão em maus lençóis, porque o que eles fazem é exatamente o que Jesus estaria proibindo, ou seja, ficar sempre repetindo a mesma coisa.

Porém, em suas traduções católicas, suas rezas (ladainhas) que são repetidas inúmeras vezes, principalmente nas contas do rosário (na reza do terço) não estariam sendo condenadas.

Vejamos como funciona a reza do terço.

Fonte: http://www.mariadenazare1.kit.net/comorezar.htm

No total são:

53 Ave-Marias, 6 Pai-Nossos, 1 Salve-Rainha.

Isso é o que eu chamo de REPETIÇÃO. Estima-se que, no mundo, existia cerca de 1.2 bilhão de católicos no mundo em 2010. Vamos supor que somente 10% (120 milhões) reze o terço todos os dias. Isso seria o equivalente a 3.36 bilhões de Ave-Marias sendo rezadas diariamente.

Coitado de Deus! E coitados dos católicos, pois não sendo Maria onisciente para saber de todas as rezas deles em todo o mundo AO MESMO TEMPO, todas essas 3.36 bilhões de Ave-Marias não servem pra nada.

E mesmo que ela Deus as ouvisse e repassasse a ela, não sendo ela onipotente, ela não poderia responder a nenhuma dessas orações, porque somente Deus pode responder orações.

E mesmo que ela, ao ficar sabendo daquilo que pediram a ela para pedir a Deus depois de Deus ter dito isso a ela, intercesse junto a Ele e Ele atendesse às oraçoes, a quem seria atribuída a resposta? A Deus? Não mesmo.

Jamais vi alguém pagando promessa a Deus, mas já vi dezenas, senão centenas, de católicos pagando promessas aos santos e atribuindo milagres a eles.

Quanto disperdício de palavras!

Agora, para matar de vez essa questão, vamos ver no texto grego o que é dito.

"προσευχομενοι δε μη βαττολογησητε ωσπερ οι εθνικοι δοκουσιν γαρ οτι εν τη πολυλογια αυτων εισακουσθησονται" (Mateus 6.7 - Textus Receptus)

A palavra destacada (battologesete) vem do grego BATTOLOGEO, que significa:

Pronunciar palavras vazias (vãs), fazer repetições das mesmas palavras.

Fonte: http://biblesuite.com/greek/945.htm

Vemos, portanto, que as bíblicas protestantes traduzem o termo BATTOLOGEO corretamente, ao passo que as bíblias católicas não e inclusive aplicam termos que nem sequer aparecem nas escrituras, como por exemplo "MULTIPLICAR".

Além do mais, no versículo em grego, percebemos também o uso da palavra POLULOGIA, que significa, literalmente, "muitas palavras", uma junção de POLUS (muitas) + LOGOS (palavras).

Fonte: http://biblesuite.com/greek/polulogia_4180.htm

Vamos avaliar a versão CNBB católica.

"Quando vocês rezarem, não usem muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por causa do seu palavreado." (Mateus 6.7 - CNBB)

Ela aplica "muitas palavras" (POLULOGIA) onde BATTOLOGEO aparece, e ainda por cima, traduz por "palavreado" a palavra POLULOGIA.

A verssão Ave-Maria é ainda pior.

"Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras." (Mateus 6.7 - Ave Maria)

Ela aplica "multiplicar palavras"onde BATTOLEGEO aparece, e ainda por cima, traduz por "à força de muitas palavras" a palavra POLULOGIA. Esse significados atribuídos aos termos BATTOLOGEO e POLULOGIA nessa versão jamais são usados no grego.

Bom, até aqui o leitor já deve ter percebido o quanto as traduções católicas são corruptas e tendenciosas. Além do mais, nem vou mencionar o fato de que Jesus chama de PAGÃOS aqueles que fazem VÃS REPETIÇÕES.

Os católicos ainda tentam justificar isso pelo fato de Jesus ter feito a mesma oração ao Pai no jardim do Getsêmane. Porém, Jesus orou a respeito da mesma coisa, e não usando as mesmas palavras. Mateus 26.44 diz:

"E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras."

Porém, vejamos as outras orações de Jesus:

"Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, näo seja como eu quero, mas como tu queres." (Mt 26.39)

"Pai meu, se este cálice näo pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade." (Mt 26.42)

O assunto da oração de Jesus era o mesmo, porém, não as palavras.

Vemos, portanto, que Jesus não usou as mesmas palavras, mas sim o mesmo sentido em sua oração. Mt 26.44 também pode ser entendido por "mesmo discurso", "mesma narrativa".

Essa justificativa por parte dos católicos não sobrevive, porém, ao fato de eles terem, de fato, deturpado o texto bíblico durante a tradução.

Diante desse festival de deturpações de significados das palavras gregas do original bíblico, só nos resta perguntar: porque isso?

Será que o Magistério infalível da ICR não conseguiu traduzir esse versículo corretamente, não sabia dessas traduções incorretas, ou fez isso de propósito??

Notemos que Jesus deixou um "MODELO" de oração a ser seguido, e não uma oração padrão, que foi o Pai-Nosso. E pior, pois os católicos só repetem o Pai-Nosso 6 vezes no terço, contra 53 Ave-Marias.

Deus não quer que ficquemos repetindo coisas a Ele. O propósito da oração é de que tenhamos intimidade com o Pai e compartilhemos com Ele nossas angústias, agradecimentos, anseios, desejos etc... Foi exatamente por isso que Jesus proibiu a "vã repetição" das palavras.

Imagina se com nossos pais em casa ficássemos repetindo umas 50 vezes a mesma frase, e depois fossemos dormir. Que tipo de relacionamento é esse? Será que nossos pais gostariam disso?

Se os católicos conversam assim com Deus, porque não conversam assim com as outras pessoas também pra ver se elas gostariam?

Portanto irmãos, espero que tenha ficado claro o quanto o clero e o magistério da ICR está disposto a deturpar o significado original do termos bíblicos para embasar seu ponto de vista.

Atribuindo os significados que queremos aos termos bíblicos podemos provar qualquer coisa. Difícil é manter de pé uma heresia quando a verdade vem à tona!

Que Deus abençoe a todos!